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14 de jul. de 2015

Supercalifragilistic! Edição comemorativa dos 150 anos de Alice com colagens de Adriana Peliano sobre as ilustrações originais de Sir. John Tenniel



Colagem de Adriana Peliano sobre figura de John Tenniel e outros artistas


 
 

Capa: Rafael Nobre
Tradução: Maria Luiza X. de A. Borges. 
Vencedora do prêmio Jabuti em 2002.
Ficha Técnica
 Lançamento: 4/7/2015
312 páginas | 18x23cm
1ª edição
ISBN 9788537814550

Saiba mais e compre o livro no site da editora



"Vitrine da livraria da travessa do Shopping Leblon!

 O lindo "Alice: edição comemorativa 150 anos" reúne os dois clássicos de #LewisCarroll em acabamento de luxo e dupla face, basta virar o livro pra ler ora "Alice no País das Maravilhas" ora "Através do espelho e o que Alice encontrou por lá". É ilustrado pela artista plástica e presidente da Sociedade Lewis Carroll do Brasil, Adriana Peliano, que fez intervenções com colagens nos desenhos originais de John Tenniel, somando a elas elementos de trabalhos de Dalí e Escher, entre outros artistas"
  

Alice e as portas azuis!

"editorazahar#Alice dando uma voltinha por Paraty no último dia da @flip_se! #Alice150Zahar Já à venda em nosso site. registrosporaiQue linda minha_estante"


19 de abr. de 2015

Supercalifragilistic! Edição comemorativa dos 150 anos de Alice com colagens de Adriana Peliano sobre as ilustrações originais de Sir. John Tenniel





Capa: Rafael Nobre


Saiba mais e compre o livro no site da editora




Colagem de Adriana Peliano sobre figura de John Tenniel e outros artistas

Colagem de Adriana Peliano sobre figura de John Tenniel e outros artistas
(Magritte, Salvador Dali, Hieronymus Bosch, outros)


Colagem de Adriana Peliano sobre figura de John Tenniel e outros artistas
(Salvador Dali, Hieronymus Bosch,  M. C. Escher, outros)

Ficha Técnica
 Lançamento: 4/7/2015
Assunto: Literatura
Tradutor: Maria Luiza X. de A. Borges
312 páginas
18x23cm
1ª edição
ISBN 9788537814550

31 de jan. de 2014

As aventuras Subjetivas de Björk - livro objeto

Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes / Bebê Reborn: Marisa Monteiro




As aventuras subjetivas de Björk from Leni on Vimeo.



"Björk é uma artista singular dentro do universo pop. Mais que isso, ela é exemplo de produção de alteridade dentro da cultura de massa. A diferença que emana de Björk não vem apenas de sua aparência exótica, de suas indumentárias excêntricas ou de sua música experimental. Vem antes de seus conteúdos sensíveis, de sua subjetividade em constante transformação. Temos muito a aprender com esta artista que transforma seus encontros e os afetos que deles são produzidos em uma forma autêntica de existência. Björk nos mostra alternativas existenciais para as questões mais prementes da vida contemporânea.

 O livro é uma versão da dissertação de mestrado intitulada “As aventuras subjetivas de Björk: da emergência de novas subjetividades no universo pop contemporâneo” defendida em 2003 na Faculdade de Comunicação da UnB, e editada em 2013 para lançamento. Na edição procura-se atualizar 10 anos de carreira da artista não contemplados pelo trabalho original.


O texto de André Costa encontra o trabalho da artista visual Adriana Peliano e o projeto gráfico de Maurício Chades. A ideia de um livro como objeto de arte propõe um encontro com o corpo do leitor: um livro manipulável, não apenas legível como texto, mas experimentável em texturas, pulsante em imagens.



Escolhi trabalhar com fotografias de duas bonecas – uma bebê reborn – hiperrealista. A boneca trás a historia da brincadeira de menina de se experimentar em outras, corpos que agente abraça, amassa, despedaça, jogo de encantamentos e afetos. Mas o bebê é também esse estado de abertura para o mundo, pleno de potencialidades. 

Criei um mundo mágico onde a Bjork pudesse estar em constante renascimento, uma espécie de laboratório de si, fonte de possibilidades efervecentes. Ela surge de bolhas, se multiplica em espelhos, se esparrama em pérolas se dissolve em véus. Um estado de constante invenção e aventura.
Adriana Peliano


Conheçam algumas imagens:

“Nossa heroína descobre-se forte”

Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes


“Nossa heroína volta para casa”

 Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes 

Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes

“Björk se desrostifica”

Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes



“Os devires de Björk”


Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes


"Anatomia de um corpo de artista".


Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes


Epílogo

 Adriana Peliano 
foto: Gui Gomes

Arte: Adriana Peliano
Fotos: Gui Gomes site
Björk Reborn: Marisa Monteiro site




Festa de lançamento no Conic / Brasília
fotos Matheus Nobre





15 de dez. de 2012

As Aventuras Gráficas de Alice no Subterrâneo ganharam um prêmio JABUTI








Do original

Lewis Carroll
Alice's Adventures under Ground
Oxford, 1862-864


Apresentamos

Lewis Carroll
Aventuras de Alice no Subterrâneo
São Paulo, 2011



ADRIANA PELIANO recebeu o terceiro prêmio na categoria PROJETO GRÁFICO no PREMIO JABUTI 2012. 


The 54th annual Jabuti ("Tortoise") awards from the Câmara Brasileira do Livro (Brazilian Book Guild), honoring excellence in Brazilian literature and publishing, announced their 2012 awards yesterday. I am very pleased to say that my book Aventuras de Alice no Subterrâneo (Alice's Adventures under Ground) by Editora Scipione took third place in the Projeto Gráfico (Graphic Design, 28) category.


Lewis Carroll

Idéia original, projeto gráfico, tipografia e tradução
Adriana Peliano 

Tradução dos poemas e posfácio
Myriam Ávila

Editora
Scipione


O manuscrito de Alice’s adventures under Ground (Aventuras de Alice no Subterrâneo, 1862-1864) foi criado como um presente de amor de Lewis Carroll para sua musa e companheira de viagens Alice Liddell. Esse mimo foi dedicado a ela como “Um presente de Natal para uma Criança Querida em Memória de um Dia de Verão”. A estória surgiu de outra estória (passeio de barco, 1862), deu origem a uma outra estória (Alice no País das Maravilhas, 1865), que deu origem a uma outra estória (Nursery Alice, 1890), num excêntrico e "interminável conto de fadas".  

Ao recriar o manuscrito em português minha idéia era aproximar o resultado o máximo possível do objeto original. Para isso o design deveria parecer quase imperceptível. Desafios, incertezas, descobertas, riscos e surpresas, o estranho e a delicadeza viajam entre os silêncios desenhados no olhar de uma menina. A letra de mão do autor foi recriada como se Lewis Carroll tivesse escrito o manuscrito em português para cada um de nós. Na tradução do texto busquei alimentar as palavras com a alegria e a curiosidade de ler uma estória sempre pela primeira vez. 

Posso até dizer que devo compartilhar esse prêmio com Lewis Carroll. Dedico esse livro a ele, à Alice Liddell, a um passeio de barco, a todas as Alices e coelhos do mundo, mas acima de tudo a força e a magia de um encontro. 

A beleza desse pequeno livro é visível mas também invisível. Ela sopra no limiar de um sonho dentro de um sonho, suspira segredos para o coração e à noite convida as figuras do livro para brincar de lógica, faz de conta e de nonsense.

 O manuscrito original de Alice trás o chamado para o desconhecido e a descoberta da transformação. Com um livro em suas mãos cada um se torna também uma Alice, ao mesmo tempo única e universal. Nessa viagem o livro nos oferece a possibilidade de dar presentes para dentro de nós mesmos e também nos convidar para a grande aventura de viver.

Agradeço aos meus familiares e amigos e a todos que contribuiram para esse projeto e que comigo transformaram um sonho em realidade.



On the last page of the original manuscript, Dodgson had stuck an oval photograph of Alice Liddell. 
An American Carroll expert, Morton N. Cohen,  discovered that beneath the photograph lay a drawing of Alice from Carroll.


The manuscript of Alice’s Adventures under Ground (1862-1864) was created as a present from Lewis Carroll to his muse and “travel companion,” Alice Liddell. This love- offering was dedicated to her as “a Christmas gift to a dear child in memory of a summer day.” That story (Under Ground) came from another story (the boat trip) and would be the origin of another story (Alice’s Adventures in Wonderland) that would be the origin of yet another story (The Nursery Alice), in one eccentric and “interminable fairy tale.” 

When I decided to recreate the manuscript in Portuguese, I intended to have it be as close as possible to the original object. In doing that I looked for a design that would seem almost imperceptibly different. The pictures, conversations, discoveries, doubts, surprises, obstacles, the strangeness and the delicacy, all came from Lewis Carroll’s original. His handwriting was recreated as if he had written the book in Portuguese for each one of us. In the translation I intended to imbue the words with happiness and invoke curiosity, to read the book as if for the first time. 

I can even say that I share this prize with Lewis Carroll. This graceful book is a gift dedicated to him, to Alice Liddell, to a boat trip, to all Alices and rabbits in the world, but mainly, to the strength and magic from an encounter. 

The beauty of this book is both visible and invisible. It breathes in the realm of a dream inside a dream, whispering secrets to our hearts, and during the night inviting the pictures to come out of the book to play with logic, nonsense and make-believe. 

It brings a call to the unknown and the recognition of the nature of transformation. With the book in our hands each of us becomes an Alice, at the same time unique and universal. In this homage we call forth from the original the possibility of giving a gift from our inner lands that is also an invitation for the great adventure that is to live. 

under Ground Alice in the blog of  Lewis Carroll Society of North America



"Everyone has won, and all must have prizes!"
Alice in Wonderland


Concepção, tipografia e tradução: Adriana Peliano | Tradução dos poemas: Myriam Ávila | Editora Scipione | ano 2011. 

Coordenação editorial: Adilson Miguel | Editora assistente: Fabiana Mioto | Preparação de texto: Ciça Caropreso | Revisão: Gislene, Oliveira Lilian Ribeiro de Oliveira, Patrícia Cueva | Edição de Arte: Marisa Iniesta Martin | Diagramação: Rafael Vianna | Projeto gráfico do encarte: Rafael Vianna | Edição de imagens: César Wolf.

Carroll, Lewis, 1832 – 1898. Aventuras de Alice no Subterrâneo / Lewis Carroll; tradução de Adriana Peliano. – São Paulo: Scipione, 2011.


Edição facsímile do manuscrito original de Alice
em edição de luxo produzida pela Folio Society



Mais um prêmio!




Em 2012 o livro Aventuras de Alice no Subterrâneo recebeu o selo Altamente Recomendável, concedido anualmente pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. A FNLIJ é uma importante entidade do país dedicada ao livro e à literatura infantojuvenil. Seus prêmios e seleções  apoiam pais e educadores na escolha de títulos que promovam o desenvolvimento das crianças e dos jovens.​

Eveline Alves amou o livro e me enviou essa linda foto!


30 de nov. de 2011

Boas Vindas para AVENTURAS DE ALICE NO SUBTERRÂNEO





Autor e ilustrador
Lewis Carroll

Tradução, tipografia, concepção e projeto gráfico
Adriana Peliano

Tradução dos poemas 
Myriam Ávila

Pósfacio:

 Da ponta da língua ao bico de pena: O manuscrito de Alice 
Myriam Ávila

Uma Alice Subterrânea 
Adriana Peliano

Veja o manuscrito original completo no site da British Library



"In a meeting of the Lewis Carroll Society of North America at Harvard last April, Dr. Selwyn Goodacre, one of the most respected Carrollians in England and longtime editor of their Society's scholarly magazine, The Carrollian, gave a talk about Alice's Adventures under Ground, the handwritten and self-illustrated manuscript which served as the basis for Alice's Adventures in Wonderland. Speaking of it in today's world, he referred to Adriana's Portuguese translation—with typeface and layout matching the original—as "a total gem." I could not agree more. With care and scrupulous attention to detail, it almost convinces me that Carroll did indeed merely translate it from the Portuguese original. Her volume is a most attractive artifact of the love Adriana has for Carroll, her intelligence and artistry, and of the playfulness that abounds around Carroll's world."














AS AVENTURAS DE ALICE NO SUBTERRÂNEO

Essa é uma tradução para o português do manuscrito das Aventuras de Alice no Subterrâneo  que originaram as inesquecíveis Aventuras de Alice no País das Maravilhas [1865]. Hoje é amplamente conhecido o fato de que esse “interminável conto de fadas” foi contado por Lewis Carroll durante um longo passeio de barco com as irmãs Liddell, Alice, Edith e Lorina e o reverendo Duckworth, em 4 de julho de 1862, nos arredores de Oxford onde eles viviam. Entretanto, o que poucas pessoas sabem é que ele deu para essa Alice real, um manuscrito ilustrado por ele mesmo no natal de 1864. Dedicado como “Um presente de Natal para uma criança querida em memória de um dia de verão”, este se tornou uma ligação essencial para os estudos de Alice. Conectando a vida e a arte, ele nos oferece também a chance de acompanhar o processo criativo do autor, além da possibilidade de compreender melhor como a versão final da estória foi influenciada pelo relacionamento de Charles Dodgson (verdadeiro nome de Lewis Carroll) [1832-1898] com Alice Liddell.

Durante aquele período Carroll começou a preparar uma nova versão das aventuras de Alice para ser publicada, seguindo o conselho de alguns amigos. Nesse processo a estória original foi estendida e também modificada em vários aspectos. Novos poemas, capítulos e personagens foram incluídos e um novo texto, mais complexo e sofisticado, foi publicado em Londres pela Macmillian, dois anos após aquela famosa “tarde dourada”. Alice no País das Maravilhas foi então ilustrada por um famoso ilustrador da época: John Tenniel [1820-1914]. Suas ilustrações se tornaram clássicas, consideradas por muitos como inseparáveis do livro, mesmo que esse tenha sido um dos livros mais ilustrados de todos os tempos, seguindo a sugestão de Alice no início da estória: “De que serve um livro sem figuras e nem diálogos?”

As ilustrações de Carroll e sua letra de mão foram preservadas nessa tradução. Eu pretendia com isso preservar o charme e as peculiaridades do original que seriam perdidos com uma tipografia e um design mais convencionais. A tradução do texto buscou se aproximar da espontaneidade de um presente para uma criança especial, e a tradução dos poemas por Myriam Ávila são incríveis em seu humor e nonsense. No posfácio Myriam conta a história do manuscrito e eu comento as ilustrações de Carroll. 

Acredito que esse possa ser um presente para o público brasileiro, em especial para os amantes de Alice. Essa é uma replica de um dos mais maravilhosos presentes que uma menina já recebeu em seu “desaniversário”, uma carta de amor escrita não apenas para aquela que foi um dia considerada “ o ideal de menininha” por Lewis Carroll, mas à todas as meninas do mundo. Intenso convite para o fascinante universo de Alice/Carroll, que num dia mergulhou num poço profundo e ainda nos convida a mergulhar também.


A HISTORIA DO PROJETO

Vou contar um pouco a história desse projeto. De 1996 a 1998 ilustrei as duas Alices de Lewis Carroll através de colagens utilizando objetos diversos, surpresas, fotografias e imagens vitorianas. Essas ilustrações não foram publicadas mas o trabalho foi apresentado em Oxford em 1998 na comemoração do centenário da morte de Lewis Carroll, em Christ Church, universidade onde ele ensinou e viveu. 

Depois de três anos mergulhada nesse universo literário e artístico para criar minha ilustrações, cercada de livros complexos com diferentes leituras da obra,  resolvi me voltar para a simplicidade do manuscrito das Aventuras de Alice no Subterrâneo. Ali estava a semente, delicada e potente da obra que já foi considerada mais citada depois da Bíblia e de Shakespeare - Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Voltamos às primeiras ilustrações da obra, criadas pelo próprio autor antes da canônicas ilustrações de John Tenniel, que influenciaram a maior parte das ilustrações de Alice desde então.

Depois de estudar Alice no País das Maravilhas e suas traduções, resolvi traduzir o texto do manuscrito. Foi quando eu tive a incrível idéia de preservar as ilustrações originais, a diagramação do manuscrito fazendo uma colagem com a letra de mão do autor. Muitos anos depois teria a chance de desenvolver uma fonte tipográfica digital simulando a letra de Lewis Carroll. No primeiro momento eu colecionei exemplos das letras escritas no manuscrito e fui colando uma por uma para montar o texto. Um trabalho insano. Como diria o Gato de Chershire, todos nós somos loucos senão não estaríamos aqui!

A três anos atrás conheci Myriam Ávila, pioneira no Brasil no estudo do nonsense e especialista na obra de Lewis Carroll. Myriam traduziu os poemas e escreveu um posfácio contando a linda história do surgimento e da história do manuscrito. Eu escrevi um texto sobre as ilustrações de Carroll no panorama das ilustrações de Alice. (Leia AQUI)

Penso que a concepção desse projeto é como um Ovo de Colombo. Depois de realizado pode parecer uma idéia evidente, mas é realmente inédita,  segundo pesquisa realizada entre os colecionadores que fazem parte das Sociedades Lewis Carroll da Inglaterra e dos Estados Unidos. 

Em 2010 fundei a Sociedade Lewis Carroll do Brasil que desde então tem realizado uma série de atividades artísticas e culturais sobre a obra de Lewis Carroll e a presença de Alice na cultura e na arte contemporânea. Temos dois blogs onde reunimos extenso material de pesquisa: alicenations e brasillewiscarroll.



colagem de Adriana Peliano sobre ilustração de Lewis Carroll



ADRIANA PELIANO é designer e artista visual. Mestre em "New Media Arts" pelo Kent Institute of Arts and Design, Inglaterra (2003), e Mestre em "Estética e História da arte" pela USP com a dissertação "Através do Surrealismo e o que Alice encontrou lá" (2012). 
Ilustrou o livro de Kátia Canton "Lewis Carroll na Era Vitoriana" (DCL). Fundadora e presidente da Sociedade Lewis Carroll do Brasil.

MYRIAM ÁVILA fez mestrado em Inglês - Literatura pela Universidade Federal de Minas Gerais (1986) e doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais (1994). Estudou na Universidade de Kassel, Alemanha (1987-1989). Pós-doutorado na USP (2004-2005). 
Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: viajantes, memória, nonsense e estranhamento. Autora de "Rima e solução: a poesia nonsense de Lewis Carroll e Edward Lear ” (Annablume), “ Retrato na rua: memórias e modernidade na cidade planejada” (Ed.UFMG) e "Douglas Diegues por Myriam Ávila" (Eduerj).



Adriana Peliano
Foto Paulo Beto